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Indicadores de Bem-Estar Humano para Povos Tradicionais: o caso de uma comunidade indígena na fronteira da Amazônia Brasileira
26/05/2017

Luiz Felipe Barboza Lacerda
Observatório Nacional de Justiça Socioambiental Luciano Mendes de Almeida (OLMA)

Luis Eduardo Acosta Muñoz
Instituto Amazónico de Investigaciones Científicas SINCHI (Colômbia)

O artigo apresenta inovadora construção e aplicação de Indicadores de Bem-Estar Humano partindo de uma perspectiva autodeclarada por indígenas e ribeirinhos da Amazônia a respeito do conceito de Bem-Estar. A partir disso, apresentam-se os Indicadores de Bem-Estar para Povos Tradicionais (IBPT), apoiados em cinco grandes Capacidades: Controle Coletivo Sobre o Território; Agenciamento Cultural Autônomo; Capacidade de Garantir Autonomia Alimentar; Construção de um Ambiente Tranquilo para se viver; e Autocuidado e Reprodução. O estudo surge da cooperação científica internacional entre o Grupo de Pesquisa, Educação e Diversidade Amazônica da Universidade do Estado do Amazonas (GPEDA-UEA), o Grupo de Pesquisa Valoración de los Conocimientos Tradicionales, do Instituto Amazónico de Investigaciones Científicas SINCHI, da Colômbia, e o Observatório Nacional de Justiça Socioambiental Luciano Mendes de Almeida (OLMA). Os IBPT foram aplicados junto a comunidades indígenas e ribeirinhas da Amazônia brasileira e colombiana; este artigo expõe o caso da comunidade indígena de etnia Cocama, Nova Aliança, localizada no município de Benjamin Constant, na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. Os resultados socializam importantes avanços metodológicos na construção de indicadores fidedignos a respeito do Bem-Estar das populações tradicionais.

Cadernos do Instituto Humanitas Unisinos (IHU)

(ano 15 • nº 256 • vol. 15 • 2017)

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